




Nem toda história de Outubro Rosa é cor-de-rosa.
Por trás de um diagnóstico, existem medos, mudanças, inseguranças e dias em que ser forte simplesmente não é possível. Existe também o recomeço. A descoberta de um novo jeito de olhar para si. A vontade de fazer planos novamente. A vida acontecendo depois de tudo.
O Outubro Rosa precisa ir além das campanhas de conscientização. Precisamos falar sobre prevenção, diagnóstico precoce, tratamento digno, acolhimento e acesso à saúde pública de qualidade.
No governo Lula, leis importantes fortaleceram os direitos das mulheres na saúde, como:
Lei nº 14.758/2023: instituiu a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.
Lei nº 14.538/2023: ampliou garantias relacionadas à reconstrução mamária, incluindo a substituição de implantes em situações previstas na lei e o acompanhamento psicológico e multidisciplinar especializado.
Lei nº 14.737/2023: ampliou o direito das mulheres de terem acompanhante durante consultas, exames e procedimentos de saúde, públicos ou privados.
Defender a saúde das mulheres também é defender políticas públicas que salvam vidas. É preciso garantir que tenham acesso à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento de que precisam.
Uma mulher não pode depender da sorte para ter acesso à saúde.